Os fusíveis cilíndricos 10×38 da classe gPV constituem a proteção padrão das cadeias de painéis solares. Foram concebidos especificamente para corrente contínua a 1000 V, o que distingue um fusível fotovoltaico de um fusível convencional.

Quando é necessário colocar um fusível em cada string?

Quando há três ou mais strings em paralelo. Com um ou dois, se um módulo apresentar uma avaria, a corrente inversa que os restantes podem gerar não chega a danificá-lo. A partir de três, sim, e o fusível passa a ser obrigatório.

O que significa a classe gPV?

É o tipo de serviço definido para a energia fotovoltaica: g indica que o fusível protege em toda a gama, desde pequenas sobrecargas até curto-circuitos, e PV que a sua curva se ajusta ao comportamento de um gerador solar, cuja corrente de falha é baixa e constante, em vez de um pico brusco.

Um fusível industrial gG desliga demasiado tarde com essas correntes, porque foi concebido para falhas alimentadas pela rede.

É possível reutilizar os fusíveis depois de se dispararem?

Não. Embora o fusível pareça intacto por fora, o elemento interno deteriorou-se e a sua curva já não é a original: pode fundir-se antes do tempo ou, pior ainda, tarde demais. Devem ser sempre substituídos por um de igual calibre e classe.

Disponíveis de 10 A a 32 A, todos a 1000 VCC. Para o cálculo da secção de acordo com a Isc do módulo, consulte fusíveis; também vais precisar do porta-fusíveis respectivo.